José Mayer foi afastado das novelas da Globo por tempo indeterminado. Até o Jornal Nacional foi acionado para a “Operação Abafa”. Você precisa saber o que está por trás desta jogada global.
A Globo foi muito esperta na reação à acusação de assédio sexual contra o ator José Mayer, um dos seus grandes galãs, eterno símbolo do machão de suas telenovelas. A emissora transformou a acusação de uma funcionária, que poderia ser prejudicial à sua imagem, em uma peça de marketing social.

Ao demitir José Mayer de suas produções e estimular um movimento feminista em seus corredores, a Globo passou uma imagem de empresa moderna, sintonizada com seu tempo e os ideais da esquerda brasileira.

A emissora, inicialmente, foi discreta diante da acusação, feita em fevereiro pela figurinista Susllem Meneguzzi Tonani, de que José Mayer teria passado a mão em sua vagina. Instaurou uma apuração interna e esperou o caso morrer. Mas a figurinista, depois que teve seu contrato encerrado, resolveu colocar a boca no trombone.

Esperta, a cúpula da Globo soube fazer do limão uma limonada. Os executivos estimularam uma manifestação onde as funcionárias da emissora passaram a vestir (e a exibir nas redes sociais) uma camiseta com a frase “Mexeu com uma, mexeu com todas”. No Vídeo Show, as atrizes Nathalia Dill, Débora Nascimento e Júlia Rabello exibiram suas roupas-cartazes e condenaram o assédio sexual.

Assim, a Globo transformou em notícia positiva em toda mídia e redes sociais um fato que poderia jogar na lama a reputação da emissora.  A Esquerda Brasileira aplaudiu de pé a iniciativa das atrizes e executivos da emissora global.

O Brasil é mesmo a nação do vitimismo…

 

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