O ator não prestou contas dos recursos recebidos da Lei Rouanet e o Tribunal de Contas da União cobrou a dívida executando os bens dele. Começou peredendo sua mansão e pode perder outros bens pra saldar uma dívida de R$ 80 milhões.

Sucesso na Globo na década de 1990 com as novelas ‘Mulheres de Areia’ e ‘A Viagem’, o ator, diretor e produtor Guilherme Fontes passou por uma situação complicada no Rio de Janeiro.

acabe com dores

O global, que recentemente esteve na trama ‘Boogie Oogie’ (2014), foi obrigado a deixar a cobertura em que morava no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, após o imóvel ser arrematado em um leilão judicial.

Segundo informações da revista ‘Veja’, a batalha para tomar posse do apartamento foi quase tão arrastada quanto a conclusão do filme ‘Chatô’, que começou ser rodado em 1995 e ficou pronto em 2005 após pressão do Ministério da Cultura, que acusava o ator de mau uso de verbas governamentais destinadas ao cinema.

Considerando-se que a captação para “Chatô” ocorreu entre 1995 e 1999, o valor total devido por Fontes ultrapassa os R$ 80 milhões, a serem pagos em 15 dias a partir da notificação judicial.

Pela decisão, Fontes terá que depositar no Fundo Nacional de Cultura o dinheiro que ele captou para o filme (R$ 8,6 milhões), mas corrigido pelos juros e acrescido de multas. Trata-se da soma do valor captado pela Rouanet (atualizado em R$ 42,6 milhões), mais o captado pela Lei do Audiovisual (R$ 23,1 milhões), acrescido de multa de 50% do débito corrigido, previsto no texto da Lei do Audiovisual (R$ 11,5 milhões), além da multa aplicada pelo TCU (R$ 5 milhões). No total, são R$ 82,3 milhões.

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