Feministas do bloco “Escravas de Jah” fizeram versão politicamente correta das marchinhas apontadas como racistas, misóginas e homofóbicas para que blocos cantem no carnaval de 2017 sem perigo de processo.

Velhas conhecidas dos foliões cariocas, as marchinhas de carnaval que animam bailes e desfiles nas rua viraram alvo de uma polêmica. Consideradas politicamente incorretas, músicas como “Cabeleira do Zezé”, “Maria Sapatão” e “O teu cabelo não nega” começam a sair do repertório de alguns blocos.


Isabella Noronha, fundadora do Bloco “Escravas de Jah”, afirma que os blocos que cantarem músicas preconceituosas, sejam misóginas, racistas ou homofóbicas irão pagar judicialmente pelo crime.

Quem quiser adentrar no Carnaval sem cometer crimes elas sugerem as versões feitas pelo bloco “Escravas de Jah”. Segundo Isabella “muita gente diz que não se liga na letra e sim na música, então por isso fizemos letras libertadoras que revelam o orgulho de ser como somos”.

VEJA FICARAM AS LETRAS DAS MARCHINHAS COMO CANTAR BEM

MARIA SAPATÃO VIROU “MARIA LACRAÇÃO”

Maria Lacração.

Lacração, lacração…

De dia problematiza

De noite faz textão…

CABELEIRA DO ZEZÉ VIROU “CABELEIRA DA ZEZÉ”

Olha a cabeleira da Zezé

Que bom que ela é

Que bom que ela é…

Homossexual !

O TEU CABELO NÃO NEGA VIROU “LINDO CABELO COM MEGA”

O seu cabelo é lindo com mega

É lindo na forma e na cor

Você é negra de turbante ou de mega

Ô gata, eu quero seu amor…

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Epa!! Não vai embora não!

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